Praia dos Bichos

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Animais de estimação aliviam estresse, diz estudo


Um estudo australiano realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker revelou que donos de animais de estimação são menos propensos a sofrer com estresse do que pessoas que não possuem pets em casa. A pesquisa, realizada ao longo de três anos, mostrou que os animais contribuem para a redução da pressão sanguínea, bem como para a diminuição dos níveis de colesterol.

Para a especialista Anne Mcbride, psicóloga que estuda a relação entre humanos e animais, um pet pode trazer muitas vantagens para a vida das pessoas e, consequentemente, fazer bem à saúde.

Segundo a psicóloga, os animais de estimação trazem muitos benefícios para as pessoas e promovem o controle da pressão sanguínea, uma melhor respiração e ainda auxiliam seus donos a sorrirem mais. Gargalhadas, afirma a médica, diminuem os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumentam os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar.

Não é a primeira vez que uma pesquisa ressalta os benefícios que o animais de estimação trazem à saúde. Em 1999, a Universidade Estadual de Nova York concluiu que pets contribuem positivamente para o controle da pressão sanguínea. Cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, também afirmaram que crianças de quatro a cinco anos se recuperam mais rápido de doenças de rotinas quando possuem pets em casa.

Um outro estudo da Society for Companion Animal mostrou que crianças que têm contato com animais de estimação são mais imunes do que jovens que não convivem com gatos ou cachorros.

Cão mais feio da Inglaterra ganha um lar

Dê uma olhada nos traços do novo bicho de estimação da família Parker


Reprodução/rossparry.co.ukReprodução/rossparry.co.uk

Depois de ser rejeitado por muita gente, Doug arrumou um lar e ainda tem a chance de ficar com o título de cachorro mais feio do mundo



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Ele certamente chama a atenção por onde passa, mas não por sua beleza. Na verdade, este vira-lata (metade perdigueiro) foi adotado por uma família só depois de ganhar o título de cão mais feio da Inglaterra.

Com seus dotes físicos pouco comuns, o cão de dois anos amargou um bom tempo sem o carinho de uma família. vivendo em um abrigo para animais abandonados.

A história mudou quando a vendedora April Parker resolveu navegar pelo website do abrigo e deu de cara com a foto do bichinho dentuço, de olhos esbugalhados e queixo torto.

April pagou R$ 531 pelo pet, que recebeu o apelido de Ug (diminutivo de ugly, palavra que significa feio em inglês) no local onde vivia, mas foi rebatizado de Doug pela família Parker.

- Quando as pessoas o veem pela primeira vez, têm uma reação dupla. Com esses olhos esbugalhados e dentes tortos, Doug é cômico. Mas vive esbarrando nos objetos (ele é cego de um olho).

Trono à vista

Segundo o site britânico Daily Mail, Doug tem a chance de ganhar o título de cão mais feio do mundo, já que Miss Ellie, que detinha o título, morreu recentemente, aos 17 anos.

Miss Ellie foi coroada em 2009, após uma votação realizada nos Estados Unidos. Ela vivia na Califórnia.

E aí, para você, qual dos dois é mais feio? Dê sua opinião.

12 curiosidades sobre os cães


Você sabia que dar chocolate ao seu cãozinho pode matá-lo. Pois é... aqui 12 curiosidades que talvez você não saiba sobre o melhor amigo do homem.
A maior ninhada ocorreu em 1944 quando uma American Foxhound teve 24 filhotes.

  • Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate ao leite, ou 146 gramas de chocolate puro podem matar um cão de 22 kg.
  • Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão poucas pessoas que ninguém se importou que eles estivessem ali.
  • Já não existem mais Huskies Siberianos na Sibéria.
  • O olfato dos cães é um dos melhores da natureza. Se as membranas situadas no nariz dos cães fossem estendidas, elas seriam maiores que o próprio cão.
  • Os cães de guarda são mais suscetíveis a atacar um estranho correndo, que um que esteja parado.
  • Os cães selvagens que vivem em matilhas na Austrália são chamados Dingos.Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas.
  • Os cães veem cores, mas não tão nitidamente como os humanos.
  • Os estadunidenses gastam mais dinheiro em alimentos para cães do que para humanos.
  • Quando os cães têm dor de barriga, comem mato para vomitar.
  • Se um cão mantém o rabo erguido, é sinal de dominação.
  • Saiba mais sobre a Parvovirose


    Introdução

    No fim do ano de 1978, uma nova doença viral de cães, caracterizada por diarréia hemorrágica severa e vômitos, foi reconhecida.

    A doença causada por um parvovírus manifesta-se de duas formas, que são a forma entérica e a forma miocárdica. A forma entérica é mais freqüentemente reconhecida, por mostrar sinais evidentes. A forma miocárdica é geralmente diagnosticada no post-mortem, pois a maioria dos animais morre subitamente sem mostrar sinais clínicos.

    Onde a doença se originou e por que ela apareceu subitamente e quase que espontaneamente em várias partes do mundo ao mesmo tempo não é sabido. Tem sido sugerido que, devido à semelhança antigênica com o vírus da panleucopenia felina, o vírus da parvovirose canina seja um mutante de uma linhagem de campo do vírus felino.

    Patogênese

    As fezes contaminadas são a fonte primária de infecção da parvovirose canina. Após a exposição oral, o vírus se localiza e infecta os linfonodos regionais da faringe e tonsilas (amígdalas). A partir desse evento o vírus ganha a corrente circulatória (fase de viremia) e invade vários tecidos, incluindo o timo, o baço, os linfonodos, a medula óssea, os pulmões, o miocárdio e finalmente o jejuno distal e o íleo, onde ele continua a se replicar. A replicação causa a necrose das criptas do epitélio do intestino delgado, com eventual destruição das vilosidades. O vírus também pode causar lesões em outros órgãos que invade, contribuindo para múltiplos sintomas como linfopenia (medula óssea), miocardite (coração) e sinais respiratórios (faringe).

    O parvovírus tem sido isolado de conteúdo intestinal e fezes de cães afetados. O mesmo vírus causa as duas formas da doença. O vírus somente se multiplica em tecidos em rápido crescimento.

    Até cerca de quatro semanas de idade, o crescimento do epitélio intestinal é muito lento, se comparado com o tecido do coração, mas à medida que o cão envelhece (acima de 5 semanas de idade) a infecção se estabelece no intestino, levando à enterite.

    Como mencionamos acima, alterações no músculo cardíaco em infecções subclínicas podem predispor ao aparecimento de doenças cardíacas quando o animal tiver mais idade.

    Forma Entérica

    A doença normalmente se apresenta como um episódio gastroentérico severo, altamente contagioso e às vezes hemorrágico em filhotes (com mais de 3 semanas de idade). Os animais afetados apresentam inicialmente vômitos profusos para depois desenvolver uma diarréia severa. Em muitos casos, os animais afetados podem se desidratar rapidamente e morrer 24 ou 48 horas após o aparecimento dos sintomas.

    Os sinais clínicos geralmente aparecem de 2 a 4 dias após a exposição inicial (infecção). No começo do curso da doença (de 1 a 3 dias após a infecção), ocorre uma profunda viremia antes do aparecimento da gastroenterite, e a temperatura do animal pode estar bem alta. É durante a fase virêmica que uma profunda leucopenia, especialmente linfopenia, pode ser observada.

    A leucopenia se transforma rapidamente em leucocitose devido a infecção secundária por bactérias, à medida que os sinais clínicos se tornam mais evidentes. Durante a fase clínica da doença (do 4º ao 10º dia após a infecção), grandes quantidades de vírus são eliminadas nas fezes. A fase de eliminação do vírus não é muito longa e dura de 10 a 14 dias.

    Animais com eliminação crônica não têm sido encontrados. A medida que a doença evolui, a temperatura geralmente volta ao normal, antes de se tornar subnormal, quando então o animal morre por choque. Durante a fase de recuperação, os sinais clínicos regridem rapidamente dentro de 5 a 10 dias depois de seu aparecimento. É possível que cães recuperados possam apresentar a forma miocárdica em uma idade mais avançada, devido às lesões iniciais causadas no músculo cardíaco. No exame histopatológico dessa enfermidade, encontramos alterações muito semelhantes àquelas encontradas na panleucopenia felina. O exame post-mortem revela lesões no trato gastrointestinal que são morfologicamente idênticas àquelas vistas na panleucopenia felina.

    Forma Miocárdica

    A doença se apresenta como uma miocardite em filhotes afetados (de 3 a 8 semanas) e raramente em cães adultos. Cães que se recuperam de forma entérica podem ser afetados mais tarde, durante a vida, pela forma miocárdica. Isso também pode ocorrer em cães que apresentaram uma doença subclínica. Em casos típicos, filhotes aparentemente sadios morrem subitamente ou minutos após um período de angústia. Os filhotes aparentemente sucumbem de edema pulmonar, atribuído a falha cardíaca. Nos cães que são afetados mas não sucumbem imediatamente, nota-se ao exame radiográfico uma cardiomegalia. Os sinais clínicos são devidos a ataque do miocárdio pelo vírus e subseqüente degeneração e inflamação do músculo cardíaco. É possível que a miocardite em filhotes resulte de infecção neonatal ou intrauterina do feto.

    Diagnóstico

    As alterações hispatológicas em cães infectados, apesar de serem características, só podem ser usadas para confirmação post-mortem. O exame ao microscópio eletrônico de extratos fecais é diagnosticamente confiável. O exame de imunofluorescência direta em esfregaços de intestino e o isolamento do vírus também têm sido empregados. A sorologia, empregando os métodos de inibição da hemoaglutinação (HI) e soroneutralização (SN) podem ser usados mas, por si só, não são conclusivos, pois os títulos de HI e SN podem ser elevados pela vacinação em adição à exposição natural. Somente a detecção do vírus nas fezes e/ou a demonstração de anticorpos IgM no soro confirmam positivamente a infecção aguda.

    Inativação do Vírus

    O parvovírus é muito resistente às intempéries do meio ambiente. Uma vez que o local esteja contaminado, fica muito difícil eliminar o vírus. Acredita-se que o vírus possa sobreviver por mais de seis meses em condições normais de temperatura e umidade no meio ambiente. A maneira mais eficiente de desinfecção é o uso de formalina a 1% ou de hipoclorito de sódio a 5,25% diluído na proporção de 1:30 em água. Deve-se minimizar o contato do animal susceptível com cães afetados e suas fezes.

    Profilaxia da Parvovirose Canina

    A única maneira para se controlar a parvovirose canina é por meio de um programa de imunização eficiente. As vacinas não devem proteger somente o indivíduo, mas também a população, evitando a eliminação de vírus quando o animal sofre uma exposição ao vírus de campo. Desde que seja provável que o parvovirus canino continue a circular na população indefinidamente, a imunização contra a parvovirose deve ser incluída no programa rotineiro de vacinação.

    Antes de comentarmos o esquema de vacinação, devemos ressaltar o papel dos anticorpos maternos na proteção dos filhotes e sua influência sobre a vacinação. Os níveis de anticorpos maternos (adquiridos pelo colostro) nos filhotes variam de acordo com os níveis de anticorpos encontrados na cadela. Quanto mais alto for o título de anticorpos da cadela, mais altos serão os títulos encontrados nos filhotes e, portanto, mais duradoura será a imunidade passiva. No entanto, como o nível da cadela pode ser variável, a duração da imunidade passiva também será variável. Têm se encontrado filhotes que com 6 semanas de idade já não apresentam títulos detectáveis, e filhotes que mantiveram títulos até a 18ª semana de idade. Se o animal for vacinado e ainda apresentar títulos de anticorpos, esses vão inutilizar a vacina. Assim, para se ter a certeza de uma eficiente imunização em filhotes, deve-se dar a primeira dose entre 6 e 8 semanas de idade, a segunda entre 10 e 12 semanas e a terceira entre 16 e 18 semanas de idade. A revacinação deve ser anual. Para assegurar uma boa imunidade aos filhotes, deve-se vacinar as cadelas antes da cobertura. Não se deve vacinar cadelas prenhes, apesar de não existirem evidências de interferência sobre o desenvolvimento normal do feto.


    quinta-feira, 29 de abril de 2010

    Como ensinar truques ao seu cachorro


    Você acha lindo aqueles caes da tv que sabem fazer mil acrobacias pois saiba que e possivel voce mesmo ensinar alguns truques para seu pet ser a estrela da casa.

    Com um pouco de paciência e carinho os próprios donos podem ensinar comandos simples para cães que nunca foram adestrados, que bichinhos de qualquer idade podem aprender.

    Para começar os ensinamentos, é importante saber que:

    • é recomendável que se use recompensas especiais para atrair a atenção do peludo;

    • de forma alguma use violência para educar o cãozinho. Se o dono for carinhoso, o cachorro vai gostar cada vez mais de aprender e de executar os comandos, porque relaciona os pedidos com coisas boas.

    • também é importante que você esteja relaxado e o seu cão também. Nunca perca a paciência, entenda que alguns cães demoram um pouco mais para aprender os comandos;

    • use objetos que mais agradam seu bichinho, tais como petiscos, brinquedos, ou carinho como forma de premiação. O importante é usar o que o deixe mais feliz.

    • diga sempre a mesma palavra de ordem para descrever o comando. Assim, ele associará a palavra à ação.

    A hora do show
    A treinadora de cães Cláudia Pizzolato mostra como ensinar a seu cão alguns truques. Confira!

    1. Pedir por favor
    Seu cachorro quer um biscoito? Um brinquedo? Quer sair? Então fale para ele Por favor. Leve-o para perto de uma quina de parede e faça-o sentar. Com a mão direita segure o biscoito ou o brinquedo predileto logo acima do focinho dele e dê o comando “por favor” em um tom de voz calmo e alegre, uma única vez. Com a mão esquerda, segure uma pata e ajude-o a ir ligeiramente para trás, fazendo com que ele se apóie apenas nas patas traseiras. Ao mesmo tempo, vá colocando a sua mão direita para trás da cabeça do peludo, acompanhando o movimento do corpo dele. Assim que ele conseguir se equilibrar, por um segundo que seja, faça festa e dê o biscoito ou brinquedo para ele. Só então o deixe descer, ainda apoiado na sua mão.

    2. Onde está o biscoito?

    Bote a cabeça e o nariz do seu cachorro para funcionar, quando ele precisa acertar em que mão você escondeu o biscoito para ganhar o prêmio. Mantenha os biscoitos em uma petisqueira ou em um saquinho dentro do seu bolso traseiro. Segure um biscoito com a mão direita, atrás das suas costas, e esfregue o biscoito entre os dedos e a palma da mão. Repita o atrito com a mão esquerda vazia na sua calça. Com as mãos fechadas, cruze um pulso por cima do outro, e apresente-as a ele. Deixe-o cheirar por alguns segundos as duas mãos e pergunte: onde está? Em seguida, abaixe as mãos suavemente e coloque a que está com o biscoito (a mão direita) por baixo da patinha do seu cão. Levante novamente as mãos e mantenha a patinha dele apoiada nela.

    Abra a mão com o biscoito de forma bem alegre, faça muita festa e entregue o grande prêmio.

    3. Que vergonha!
    Quem resiste a um cachorrinho com cara de pidão, tentando esconder os olhos, fingindo que está com vergonha? Para isso, separe um pedaço de linha comprida (uns 25 a 30 cm). Espere seu pet estar deitado, relaxado perto de você, mas não com sono, e segure a linha em uma das pontas e deixe a outra passar de levinho no focinho dele, fazendo uma cosquinha. É só esperar ele passar a patinha no focinho para coçar e falar o comando: que vergonha! (seja teatral). Quando ele acabar de coçar, dê um pedacinho de petisco e faça muita festa.

    Para se divertir
    Tenha certeza de que o cão está se divertindo e não ficando irritado. Truques são legais e ajudam muito as pessoas a interagirem com o seu cão de forma positiva. Os cães são sensíveis e percebem logo quando as pessoas apreciam seus dotes e a companhia deles e, principalmente, quando seus donos ficam orgulhosos. Pratique e divirta-se, mas não se esqueça de que a obediência básica é o mais importante para os cachorrinhos que precisam conviver com os humanos e facilita o aprendizado de qualquer truque.

    Consultoria:
    Cláudia Pizzolato, treinadora de cães.

    quinta-feira, 1 de abril de 2010

    Meu cachorro está com pulga. E agora o que eu faço?


    Esse problema complexo precisa de uma solução ampla. Matar simplesmente as pulgas quando elas já infestaram seu cachorro é como varrer 95% do problema para debaixo do tapete. Veja melhor como isso acontece, observando o ciclo da pulga.

    É por isso que a Merial dedicou anos de pesquisa e tecnologia para oferecer uma solução que contemple tanto a parte visível como a invisível do ciclo das pulgas. Frontline Plus, usado em intervalos regulares, é a única maneira de quebrar esse ciclo porque, além de matar as pulgas pelo simples contato com o pêlo e a pele do cachorro, torna inviáveis os ovos e as larvas do ambiente. E é através do próprio cachorro que se faz esse controle. Portanto, seu cachorro deve estar sempre tratado para que a ação ambiental seja eficiente.

    O controle é a solução para evitar as reinfestações de pulgas.

    Por todas essas particularidades é que se faz necessário um plano de ação para evitar reinfestações no seu animal de estimação e no ambiente. Para facilitar, desenvolvemos um calendário da pulgas que explica o que acontece em cada época do ano e como fazer o controle. É importante lembrar que se trata de um cenário genérico e que a periodicidade de aplicação pode variar de acordo com o grau de infestação de cada ambiente. Um outro fator como a constância de banhos pode diminuir o tempo de duração, porque vai retirando aos poucos a camada de gordura do animal e junto com ela o próprio produto.
    Frontline® é marca registrada da Merial Saúde Animal Ltda.

    CICLO DA PULGA

    A pulga, essa criaturinha minúscula, pode pôr até 2.000 ovos em sua vida!! Esses ovos passam por uma série de transformações que chamamos de ciclo da pulga. É importante saber alguma coisas a respeito das fases da pulga para entender como ocorre a reinfestação.

    Em seu ciclo, a pulga assume quatro formas:

    Ovo
    Apesar de serem depositados na pelagem do hospedeiro (um cachorro), os ovos não aderem nem à pele nem aos pêlos do cachorro. Como são escorregadios, eles caem logo no chão, ficando nas frestas do piso, cerdas dos tapetes e carpetes do ambiente. Portanto, podem ser encontrados em qualquer lugar por onde passe um cachorro infestado por pulgas. Os ovos da pulga adulta se transformam em larvas.
    Larva
    As larvas de pulgas evitam a luz, se movimentando para baixo. Portanto, ficam bem escondidas num nível mais profundo dos tapetes, frestas e camas dos cachorros, assim como os ovos. Ao eclodirem, elas passam por duas mudas (transformações) e depois se transformam em pupas. A larva madura transforma-se em pupa.
    Pupa
    Pouco falamos nesta forma, mas ela é muito importante! A pupa é uma forma dentro de um casulo capaz de sobreviver no ambiente por mais de 6 meses. Por ser viscoso, o casulo é rapidamente coberto com resíduos do ambiente que servem para camuflá-lo. A pupa também se esconde da luz e na maioria das vezes fica tão escondida que por mais que se limpe a casa ou utilize aspirador de pó, é muito difícil acabar com ela.
    Pulga Adulta
    A pulga adulta é a que vemos geralmente no cachorro. Ela também pode estar na casinha, na cama ou na coberta do cachorro. A pulga põe ovos e se alimenta de sangue, sendo que sua preferência é pelo sangue dos cachorros que é mais quente que o do ser humano. Ao contrário das larvas, as pulgas recém-eclodidas se movem em direção à luz, ou seja, para a parte superior dos pêlos dos tapetes e da cama dos animais e ficam à espera de um hospedeiro, por exemplo, um cachorro. Também podem subir em capas de sofás, pernas de cadeiras, cortinas e outros móveis.

    Por que vemos mais pulgas somente numa determinada época do ano?
    Condições ideais de temperatura e umidade fazem com que a pupa se transforme em pulga, ou seja, na forma que você vê, que é a pulga adulta. Isso acontece em períodos de calor e umidade! É por isso que notamos a presença de pulgas muito mais no verão! Mas essa á a infestação da forma visível, ou seja, da pulga adulta. Nos outros períodos do ano também ocorre infestação com as outras formas, ou seja, a pupa, a larva e os ovos.

    As pulgas podem subir nas pessoas?
    Sim. Isso acontece quando o animal / ambiente está muito infestado ou quando o cachorro sai de casa por um período de tempo. Nesse caso, a pulga, precisando alimentar-se e não tendo a presença do animal, acaba subindo nas pessoas.




    Pulga Adulta
    Somente 5% do problema são as pulgas adultas que estão no cachorro e que são visíveis. Elas conseguem pôr de 20 a 50 ovos por dia.


    Larva
    35% do problema são as larvas que possuem fototropismo negativo e geotropismo positivo, buscando assim lugares profundos e escuros para se protegerem da luz e ressecação. As larvas se transformam em pupas dentro de 7 a 15 dias.
    Pupa
    10% do problema são as pupas que se assemelham ao casulo do bicho-da-seda. Como as pupas são pegajosas, partículas do ambiente grudam nelas, o que as torna praticamente impermeáveis e as protegem dos produtos de limpeza e de dedetizações. Além disso, elas podem permanecer no ambiente por até 6 meses, antes de se transformarem em pulgas jovens novamente, o que dificulta bastante seu controle ambiental.